Skip to content

Roi Metrics

For everything you can measure

O público consumidor tem sido cada vez mais impactado por diferentes formatos publicitários.

Isso ocorre em função da pulverização da atenção dos consumidores em diversos meios de comunicação, como TV, internet, jornal, rádio, celular e marketing direto, entre outros.

Com o consumidor saturado de informações, o desafio dos anunciantes tem sido conseguir a atenção dos consumidores, pois os formatos mais tradicionais não têm mais conseguido alcançar a eficiência que se tinha no passado.

Para se ter um exemplo, aqui no Brasil na década de 80 bastava ao planejador de mídia voltado a produtos de varejo ter verba para algumas inserções no horário nobre da TV de maior cobertura (Rede Globo) e pronto, estava praticamente tudo resolvido. O foco deste profissional estava para a capacidade de negociação, pois fórmulas matemáticas previam a eficiência baseada na cobertura e freqüência da campanha.

Com este novo cenário, os mídias (ou planejadores de mídia) estão sendo forçados a repensar o planejamento criativamente, pois como diz o dito popular: “o que foi sucesso ontem não garante o sucesso de hoje”.

Afinal de contas a nova moeda é a atenção do consumidor. Para conseguir a atenção do consumidor itens como novidade, relevância e adequação podem diferenciar uma campanha de sucesso de uma campanha qualquer.

Neste mesmo cenário, na internet os veículos estão buscando suprir a necessidade da relevância através de segmentações mais assertivas, o que é bastante transmitido na figura do Targeting Comportamental.

Já os mídias encontraram na internet a possibilidade da criação de campanhas virais (ou Buzz Marketing) de sucesso devido a adequação do meio para divulgação de informações.

Com este novo filão surgiram agências especializadas na criação de campanhas virais utilizando vídeos no Youtube, advergames, e-mail marketing e blogs. Neste filão alguns já se destacam, como é o caso de Cal McAllister, fundador de uma empresa especializada em vídeos-virais, que já atendeu clientes como Microsoft e Nike.

Em sua última campanha (“Tea Partay”) para a Smirnoff, apesar de toda a controvérsia causada pela distribuição no Youtube, Cal MacAlllister conseguiu um resultado bastante positivo. Foram mais de 1 (um) milhão de visualizações do vídeo, que possui cerca de dois minutoes e meio de duração. Um resultado bastante impressionante, não? Mas isso é apenas o que foi medido dentro do Youtube, pois a campanha conta também com um hotsite (www.teapartay.com), de onde é possível baixar o vídeo que pode ser compartilhado por e-mail, em FTPs e sites pessoais.

Traçando um paralelo com os formatos mais tradicionais de publicidade online, fica a pergunta: quantas impressões seriam necessárias para termos 1 milhão de cliques com mais de 2,5 minutos de interação com a marca? Quem sabe? O fato é que idéias criativas e inovadoras podem apresentar resultados surpreendentes.

Talvez a farra da publicidade gratuita no Youtube acabe, mas certamente outras formas impensadas surgirão.

Leia no Advertising Age: sociedade de consumidores nos Estados Unidos investigam se vídeos virais violam a privacidade do consumidor. Viral Video Marketing Under Scrutiny By Watchdog Groups

Tags: , , , , , , ,